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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

♥ So, here I go again

Como já dá para perceber, não mudou muita coisa desde que eu escrevi aquele último post. Eu continuo sentindo sua falta e você continua fazendo suas visitas habituais à minha mente. A única diferença é que eu finalmente tomei coragem para te mandar aquele "I miss you" no Facebook, o qual você respondeu com um "to sempre aqui, btw" e que me fez ficar pensando no que dizer de volta, mas se passaram três dias e tudo que eu consegui fazer foi "curtir" a frase.

Aliás, essa não foi a única coisa de diferente que aconteceu. Você também escreveu mais um texto e é até engraçado me lembrar de como eu fiquei realmente esperançosa de que pudesse estar falando sobre mim, de como meu coração se acelerou ao ver que você falava coisas como "sei que nos afastamos, mas..." e eu pensei mesmo que era sobre mim, e de como meu coração se apertou quando eu me dei conta de que na verdade você estava falando dela, mais uma vez, da única pessoa que você já amou.

E então eu recebi um spam no Tumblr e agora fico pensando no quanto eu sou ridícula, de uma maneira cômica. Ouvindo minha colega de sala falando da mensagem - que ela também recebeu - em voz alta me fez pensar "espera, eu estava realmente achando que era ele?", porque estava óbvio que era um spam. Mas a minha vontade de que fosse uma mensagem sua, a minha esperança de que você tivesse ido falar comigo era tão grande, que se tivessem escrito apenas "oi, você é uma merda" eu teria sorrido e acreditado que era você.

E, além de tudo, é ridículo como eu continuo procurando te enxergar nos personagens das séries que eu assisto, como fico tentando entender o que se passa em sua cabeça pelo que acontece na vida deles. Mas você não é um personagem. E sua cabeça não é tão fácil assim de entender.

E então, pensando nisso tudo, eu comecei a me questionar o porquê de sua importância na minha vida e cheguei à seguinte conclusão: porque você foi o primeiro. Não, não o primeiro beijo ou a primeira transa, mas o primeiro de coisas simples e bobas, mas que me deixaram extremamente felizes.

Você foi o primeiro cara que me disse que eu era importante em sua vida, que saiu falando para as pessoas que nós éramos amigos, antes mesmo que eu fizesse isso - e olha que eu tenho mania de antecipar as coisas!. Você foi o primeiro a ficar de mãos dadas comigo, sem se preocupar com o que os outros iriam pensar - nem mesmo meu pai! - e a me contar coisas sobre você. Você foi primeiro que eu permiti que meu pai pensasse que fosse meu namorado, porque eu achava, e minha mãe também, que um dia isso aconteceria.

Você foi o primeiro cara que me fez sentir ciúmes real, porque não era simplesmente um ciúmes por pensar que "um dia você seria meu", foi um ciúmes porque a gente já tinha ficado e mesmo assim você se insinuou para elas. E, mesmo que não tenha sido o primeiro nisso, você também me fez sentir um pouco 'rejeitada', porque eu estou acostumada a não querer mais os caras no dia seguinte, mas foi uma das poucas vezes em que aconteceu o contrário, em que eu fui deixada de lado.

Você foi o primeiro cara que eu não me importei de beijar depois de ter passado mal - ok, acrescentemos também o fator alcoólico - e quem eu DEIXEI, sabendo o que estava fazendo, passar a mão na minha bunda, simplesmente porque eu confiava em você. Você foi o primeiro para quem eu tive coragem de fazer perguntas sobre "e a gente?", mesmo que você não tenha respondido, e também foi o primeiro que me deixou à vontade para falar um pouco dos meus sentimentos - mesmo que eu quisesse ter falado MUITO mais do que eu falei.

Você foi o primeiro cara com que eu fiquei mais de duas vezes - e o segundo com quem eu fiquei mais de uma - e você foi o primeiro que eu consegui manter uma boa amizade depois, alguém que eu não quis que se afastasse e que eu não fiquei com nojo de ver a cara. Você foi o primeiro cara de quem eu realmente senti saudades e quis desesperadamente ver.

Você foi o primeiro a me entender tão bem, a detalhar cada pedaço da minha personalidade, mesmo com o pouco que eu dizia. Você foi o primeiro a escrever algo para mim. Você foi o primeiro a me conhecer tanto. Você foi o primeiro a não virar as costas simplesmente porque eu não falo muito, pelo contrário, você gostou de mim mesmo assim.

Você foi o primeiro, que eu saiba, que não deixou um amigo se aproximar, porque eu já "era sua" e que deixou as pessoas pensarem que eu era sua namorada - aliás, você encorajava isso.

Você foi o primeiro a me fazer sentir isso tudo, a me fazer te odiar e gostar de você ao mesmo tempo, você foi o primeiro com quem eu pude conversar sobre tudo, com quem eu pude ser eu mesma, com quem eu pude sentar num barzinho e falar sobre obras clássicas, com quem eu me vi visitando lugares legais, sabendo que era uma boa companhia.

Mas apesar disso tudo, aqui estamos nós. Eu sentindo sua falta, você provavelmente ocupado demais para se lembrar de mim. Mas eu também não posso dizer que te amo, não! Eu não sei como descrever isso, acho que eu só gosto demais de você, como amigo, como um companheiro, como alguém que eu queria ao meu lado. Não é dos seus beijos que eu sinto falta, é de ter você por perto, de sentir de novo aquela ligação que tínhamos - ou, pelo menos, eu achava termos. Eu gosto de você, eu gosto de ficar com você, mas eu não sei muito bem como conciliar isso dentro de mim, muito menos quando estamos perto. Eu só espero que descubra uma maneira, porque dezembro está chegando e, se Deus quiser, eu vou te ver. Por favor, só volte a ser meu amigo até lá.


05:15

♥ MYSELF ;


    Lívia Magalhães
    18, journalist

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